Ev. WELIANO PIRES
Com a ajuda do Espírito Santo, chegamos ao final de mais um trimestre de estudos bíblicos, em nossa Escola Bíblica Dominical. O tema deste trimestre foi Apologética Cristã, ou defesa da fé. Ao longo deste trimestre, em cada lição, apresentamos uma doutrina bíblica e os fundamentos bíblicos para esta doutrina. Na sequência apresentamos as heresias do passado contra cada uma destas doutrinas e as respectivas respostas bíblicas contra estes falsos ensinos. Por fim, apresentamos as formas em que estes enganos se manifestam na atualidade, com novas roupagens.
Nesta última lição, como conclusão do trimestre, falaremos da necessidade de perseverança nas doutrinas bíblicas que abraçamos. É muito importante esclarecer que o verdadeiro Cristianismo tem a Bíblia como único manual de doutrina e prática. Não podemos jamais basear a nossa fé em escritos humanos, ou em profecias e revelações, fora das Escrituras. Quando falamos em perseverança, no contexto desta lição, nos referimos à persistência em seguir a Bíblia Sagrada, como autoridade suprema para a nossa vida cristã.
No primeiro tópico, veremos que é preciso perseverar diante das heresias. Inicialmente, falaremos dos falsos mestres mencionados por Paulo nas duas Epístolas a Timóteo, que eram os gnósticos e os judaizantes. Na sequência, falaremos da experiência do apóstolo Paulo nas perseguições, vindas dos judeus e dos falsos irmãos. Falaremos também do significado do verbo “querer” usado por Paulo, quando disse: “todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2Tm 3.12). Por último, falaremos das características dos enganadores, mencionados por Paulo em 2 Timóteo 2.13.
No segundo tópico, falaremos da recomendação de Paulo a Timóteo para permanecer naquilo que aprendeu: aprendendo, sendo inteirado e sabendo. Inicialmente, responderemos à pergunta: De quem Timóteo aprendeu as Sagradas Letras? O comentarista apresenta uma boa exegese do pronome relativo, “de quem”, usado pelo apóstolo Paulo. Na sequência, falaremos da recomendação para que Timóteo permaneça firme nas Sagradas Letras, lembrando-se de quem foram os seus instrutores. Por fim, veremos que a Bíblia é divinamente inspirada e apresentaremos o significado da inspiração divina das Escrituras.
No terceiro tópico, falaremos da importância de termos a Bíblia como fundamento. Falaremos da autoridade dos apóstolos do Novo Testamento, considerando que os seus escritos são colocados no mesmo nível das Escrituras do Antigo Testamento. Na sequência, falaremos da abrangência do termo “Escrituras” na Bíblia, que não se limita ao Antigo Testamento. Por último, falaremos da Bíblia como o manual de Deus, a qual é “proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça”, qualquer pessoa, para toda boa obra.
SOARES, Esequias. Em defesa da Fé Cristã: Combatendo as antigas heresias que se apresentam com nova aparência. RIO DE JANEIRO: CPAD, 1ª Ed. 2025.
Revista Ensinador Cristão. RIO DE JANEIRO: CPAD, Ed. 100, 2025, p. 42.
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. 1ª Edição. RIO DE JANEIRO: CPAD, 2013, pp.1715.
Bíblia de Estudo Apologia Cristã. 1ª Edição. RIO DE JANEIRO: CPAD, 2017, p.1930
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