Data: 26 de julho de 2026
Nesta lição, estudaremos a segunda viagem missionária do apóstolo Paulo, destacando a direção soberana do Espírito Santo na expansão do Evangelho.
TEXTO ÁUREO
“De sorte que as igrejas eram confirmadas na fé e cada dia cresciam em número.” (At 16.5).
VERDADE PRÁTICA
“O Espírito Santo não apenas guia o cristão em seus passos, mas também o impede de avançar quando isso não está em acordo com a vontade de Deus”.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Atos 16.11-18,25-31.
OBJETIVOS DA LIÇÃO:
I) Interpretar a direção do Espírito Santo na expansão missionária e na
Igreja;
II) Contrastar o poder do Evangelho com a atuação das trevas em
Filipos;
II) Mobilizar a classe a responder com fé e louvor em contextos de
sofrimento.
INTRODUÇÃO
Na lição anterior, estudamos que a salvação é oferecida pela graça de
Deus, mediante a fé em Jesus Cristo, e não pela observância da Lei de Moisés
(At 15.1–29; Ef 2.8,9). O Concílio de Jerusalém reafirmou essa verdade,
preservando a unidade da Igreja e a pureza do Evangelho. Também vimos que, em
Cristo, temos livre acesso ao trono da graça para alcançar misericórdia,
receber perdão e encontrar socorro em tempo oportuno (Hb 4.16).
Nesta lição, estudaremos a segunda viagem
missionária do apóstolo Paulo, destacando a direção soberana do Espírito Santo
na expansão do Evangelho. Impedidos
de permanecer na província da Ásia, Paulo e seus companheiros foram conduzidos
pelo Espírito à Macedônia, marcando o início da proclamação do Evangelho no
continente europeu (At 16.6–10). Em Filipos, contemplaremos a ação do Espírito
Santo abrindo o coração de Lídia para receber a Palavra (At 16.14), libertando
uma jovem oprimida pelo poder das trevas (At 16.16–18) e transformando o
sofrimento de Paulo e Silas em um testemunho que resultou na conversão do
carcereiro e de sua família (At 16.25–34).
Esses acontecimentos revelam que a obra missionária é conduzida pelo
Espírito Santo, que dirige seus servos, abre portas para a pregação do
Evangelho, confirma a sua Palavra e estabelece a Igreja onde Deus deseja.
Embora os missionários tivessem seus próprios planos, foi a direção soberana do
Espírito que determinou o caminho a ser seguido, demonstrando que o avanço do
Reino de Deus depende da orientação divina e não apenas dos propósitos humanos
(Pv 16.9; At 1.8).
Palavra-Chave: FRONTEIRAS
A palavra fronteira deriva do latim frons, frontis
("frente"), por meio do latim medieval frontaria, e designa o limite
geográfico ou político entre territórios. Em sentido figurado, também pode
indicar os limites de uma área de conhecimento, atuação ou experiência.
No contexto desta lição, fronteiras refere-se à expansão do Evangelho para além dos limites da Ásia, alcançando a Europa. Guiados pelo Espírito Santo, o apóstolo Paulo ultrapassou barreiras geográficas e culturais para anunciar o Evangelho em Filipos, a primeira cidade europeia evangelizada por sua equipe missionária (At 16.6-12).
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