Sou evangelista da Assembléia de Deus, Ministério do Belém, em São Carlos-SP. Defendo o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo. Este Evangelho mostra uma humanidade destituída da glória de Deus e um único salvador, capaz de restaurá-la: Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus.
31 outubro 2019
Por que a igreja precisa de uma nova reforma
20 setembro 2019
A beleza do matrimônio
Como é belo o amor conjugal!A união entre homem e mulherA aliança que usam é um sinalDe que são fiéis, como Deus quer.Deus criou o homem primeiroE viu que a solidão não era boaFez cair-lhe um sono certeiroE com uma costela, fez a varoa.Deus os chamou para dar inícioÀ celebração do casamentoMonogâmico e vitalícioSão um, a partir desse momento.Deus, então, os abençoouCom a ordem de se multiplicarAdão, então, muito feliz ficouAgora tinha Eva para amar.Assim começou o matrimônioPara a raça humana perpetuarUnindo o corpo e o patrimônioDos que resolverem se casar.Tudo o que Deus faz é bem feitoMas, o homem com seus achismosQuer fazer as coisas do seu jeitoE criou o homossexualismo.Criou o adultério, a prostituiçãoA poligamia, o concubinatoO divórcio, que finda a relação.Isso não é casamento de fato.Para o casamento durarPrecisa ter Deus no coraçãoEntender, renunciar e amarE praticar sempre o perdão.(Weliano Pires)
12 setembro 2019
Setembro amarelo, mês de prevenção ao suicídio
Setembro, mês da independênciaMês da árvore e da primaveraUma campanha ganhou evidênciaE novo significado lhe dera.Setembro passou a ser denominadoPelo tema "Setembro amarelo"Este movimento é um chamadoÀ prevenção de um grande flageloTrata-se do ato do suicídioUma calamidade mundialQue promete alívio perfídioA quem vive uma crise existencialO suicídio não escolhe idadeAtinge de idoso a adolescenteDa riqueza à miserabilidadeAtores, presos e até presidente.Eu já perdi muitos parentes e amigosQue por não conseguirem suportarO abandono, infortúnio ou perigosChegaram à própria vida abortar.Se você que está lendo estes versosTem depressão, paixão mal resolvidaAnsiedade e outros males diversosNão desista jamais da sua vida.Antes de tomar qualquer decisãoSaiba que existe sempre uma saída.Busque a ajuda de Deus em oraçãoE o Centro de valorização da vida.Weliano Pires
23 agosto 2019
A leitura bíblica substitui a necessidade do estudo teológico?
Pb. Weliano Pires
27 julho 2019
O grande legado de um homem de Deus
10 julho 2019
O Sacerdócio Levítico e o Ministério Cristão
“Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas daqueles estavam sendo esquecidas na distribuição diária. E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram:
- Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas. Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais encarreguemos deste serviço. Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra.” (Atos 6.1-4)
Muitos evangélicos, especificamente pastores, confundem o Ministério Cristão com o Sacerdócio Levítico e, por conta disso, há muita confusão e problemas desnecessários, nas administrações de Igrejas.
Diante da experiência ministerial de alguns líderes evangélicos, eu sou apenas um menino, pois, mesmo sendo presbítero há onze anos, eu nunca dirigi uma Igreja, embora já tenha auxiliado a vários pastores e atuo como professor da Escola Bíblica Dominical há dezenove anos.
O fato é que o atual modelo de administração eclesiástica, especificamente o assembleiano do qual faço parte, está falido e muito distante dos parâmetros da Igreja Primitiva.
Ora, o Sacerdócio da Antiga Aliança não é o modelo de liderança para a Igreja. Há muitas diferenças entre ambos e eu gostaria de colocar as principais abaixo:
1) Os sacerdotes eram mediadores entre Deus e a Congregação de Israel. Os sacerdotes, especificamente o Sumo sacerdote, eram tipos de Cristo e, como tal, faziam o papel de mediadores entre o povo de Israel e Deus. Os ministros do Novo Testamento não exercem este ofício.
2) Os sacerdotes exerciam papel de juízes. Os sacerdotes, especificamente no período teocrático, como nos casos de Eli e Samuel, exerciam o papel de juízes da Nação, não apenas em questões religiosas, mas, em questões civis e criminais. Este também não é papel dos ministros da Nova Aliança, pois, isso é papel do estado.
3) O sacerdócio da Antiga Aliança era hereditário e automático. Todos os filhos de Aarão eram naturalmente sacerdotes e o filho mais velho era o sucessor automático do Sumo sacerdote. Na Nova Aliança não existe isso. Os ministros são chamados individualmente por Deus, sem critérios genealógicos.
4) O sumo sacerdote era o administrador do Templo e os sacerdotes os seus auxiliares. Não podiam ter outras atividades além do sacerdócio e não tinham herança em Israel. As demais tribos os sustentavam através dos dízimos e ofertas. Estas contribuições eram semelhantes aos impostos nos dias de hoje.
Isto posto, faço agora algumas considerações sobre os ministros da Nova Aliança, à luz dos escritos do Novo Testamento:
1) Os Ministros do Evangelho no Novo Testamento não são considerados mediadores entre Deus e os homens. Este papel é exercido por Jesus (1 Tm 2.5). O ministro do Novo Testamento é um servo da Igreja.
2) Os pastores do Novo Testamento não são juízes de questões civis e criminais. As questões que os pastores tratavam eram teológicas e referentes à doutrina ou ao pecado.
3) Os pastores do Novo Testamento não eram administradores de Igrejas. Este papel era exercido pelos diáconos. Em Atos 6, na instituição dos diáconos, Pedro deixa claro que não é razoável que os pastores deixem a pregação do Evangelho e a oração, para cuidar de assistência social. Lamentavelmente, hoje vemos pastores, que deveriam estar pregando o Evangelho, visitando doentes e orando, sendo secretário, tesoureiro, cuidando de construção, sendo deputados e uma série de atividades que nada tem a ver com a função de pastor no Novo Testamento.
4) Os Ministros do Novo Testamento não são donos ou dominadores da Igreja. Pedro falou que os Presbíteros devem apascentar o rebanho de Deus, não como dominadores, mas, servindo de exemplo ao rebanho.
5) Os Ministros do Novo Testamento não são intocáveis ou inquestionáveis. A ideia de líderes mundiais que não podem ser questionados nem dar satisfação dos seus atos a ninguém, não está no Novo Testamento. Paulo repreendeu a Pedro em Antioquia, quando este se afastou dos gentios para não 'se queimar com os judeus'. Pedro também teve que se explicar para a Igreja em Jerusalém, após ter batizado Cornélio e comido em sua casa.
Para concluir, eu acho que as Igrejas precisam urgentemente, restabelecer o modelo do Novo Testamento, onde os pastores cuidavam da parte espiritual, orando, ensinando e evangelizando; e a parte administrativa e assistencial era feita pelo diaconato.
É preciso urgentemente acabar com as capitanias hereditárias, nepotismo eclesiástico, ditaduras, estrelismo e politicagens convencionais. Isto é incompatível com a pureza e simplicidade do Evangelho.
Que Deus nos guarde!
Pb. Weliano Pires
27 maio 2019
A construção da Arca da Aliança
Segunda-feira
Blog do Erivelton Figueiredo
“Fez também Bezalel a arca de madeira de acácia; o seu comprimento era de dois côvados e meio; e a sua largura de um côvado e meio; e a sua altura de um côvado e meio. E cobriu-a de ouro puro por dentro e por fora; e fez-lhe uma coroa de ouro ao redor; E fundiu-lhe quatro argolas de ouro nos seus quatro cantos; num lado duas, e no outro lado duas argolas; E fez varais de madeira de acácia, e os cobriu de ouro; E pôs os varais pelas argolas aos lados da arca, para se levar a arca”. (Êxodo 37: 1-5).
Uma arca provisória foi construída por Moisés, sob orientação de Deus, para guardar as duas tábuas de pedra onde estavam escritas a Lei de Deus, já que as primeiras tábuas tinham sido quebradas. A Bíblia não nos fala absolutamente nada a respeito do destino final desta arca, mas de qualquer forma, ela não é a mesma arca conhecida como a “Arca da Aliança”. A Arca da Aliança foi construída por Bezalel com medidas especificas e totalmente recoberta de ouro, tanto por dentro quanto por fora.
Sem a intenção de forçar uma exegese quanto à simbologia desta “arca provisória” construída por Moisés sob orientação divina, contudo, ela nos remete a um significado simples e óbvio – Essa arca provisória, feita totalmente de madeira, era uma figura da humanidade. Por si mesma, ela nunca poderia proteger o homem caído da ira de Deus e, por isso, outra arca foi necessária para esse propósito, uma arca cuja humanidade estivesse revestida em divindade e blindada, do fogo da ira de Deus, por um revestimento de ouro puro. Não havia nada que o homem em seu estado caído podia fazer para proteger a si mesmo, de modo que o Senhor, em Sua misericórdia, enviou um homem perfeito para receber, em lugar de toda a humanidade, a força total da justa ira de Deus.
A Arca da Aliança foi construída com medidas exatas de largura, altura e comprimento, tendo como matéria prima a madeira de acácia e foi completamente revestida de ouro, por dentro e por fora. As paredes e a base da Arca da Aliança formavam um receptáculo distinto, ou baú. A Arca da Aliança e sua “tampa” ou o Propiciatório eram peças distintas, ou seja, não formavam eles uma única peça, porém, ambos se completavam. O Propiciatório, ou kapporeth em hebraico, ou hilasterion, em grego, foi feito totalmente de ouro e não era fixado por prendedores ou dobradiças na Arca da Aliança, em vez disso, ficava assentado sobre uma “coroa”, ou borda de ouro, nas laterais da Arca da Aliança.
A Arca da Aliança era a única “mobília” do Tabernáculo terrestre em que os levitas não podiam tocar, nem mesmo para colocar ou retirar os varais para transporte, isso era tarefa exclusivamente dos sacerdotes. A simbologia da Arca da Aliança aponta para a realidade que é: Seu revestimento de ouro representa a glória de Deus sendo manifestada. Representa, também o Trono de Deus onde havemos de comparecer; As Tábuas da Lei, neste lugar nunca mais se quebraram, demonstrando que Deus vela pela sua palavra; O pote com uma porção de Maná, representa o alimento inesgotável que provem de Deus e não se deteriora com o tempo; e, por fim, a vara de Arão representa o ornamento de uma nova vida, e que jamais murchará. Tipifica também um ministério frutífero.
Referências:
– A Extraordinária Santidade de Deus – Jeremy James
25 maio 2019
O caminho foi aberto para a comunhão com Deus
SÁBADO
“E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras”. (Mateus 27.51)
24 maio 2019
O caminho foi aberto para o Santíssimo
23 maio 2019
Jesus, o Sumo Sacerdote Eterno
Quinta-feira
(Blog do Erivelton Figueiredo)
“Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; Nem também para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no santuário com sangue alheio; De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.” (Hebreus 9: 24-28)
Independentemente do conceito que damos para definir “sacerdote”, tanto o significado quanto a função, em si mesmo, no sentido bíblico aponta para uma pessoa totalmente idônea, sobre a qual repousa a responsabilidade de representar o homem diante de Deus. Essa representação não se dava apenas por apelos e argumentações verbais, ela teria, impreterivelmente, que vir acompanhada de sacrifícios para, com isso, assegurar que Deus agiria em favor do necessitado. Diante disto, entendemos que o sacerdote não podia comparecer diante de Deus com as mãos vazias, um sacrifício tinha que ser apresentado.
Jesus como a realidade do que o Tabernáculo terrestre representava, é o Sumo Sacerdote que se apresentou (no sentido de que Ele entrou uma única vez, e permanece lá) diante da face do Pai Celestial com intercessões, apelos e rogos em favor dos pecadores e, levou consigo a evidência do sacrifício realizado, ou seja, o sangue espargido sobre o propiciatório não era o de bodes e touro cuja eficácia estava limitada a somente esconder os delitos do pecador, mas, Jesus entra no Santíssimo Lugar triunfantemente com outro elemento cujo aspecto, origem e eficácia são irrecusáveis aos olhos do nosso Deus – o próprio sangue.
O sumo sacerdote, na antiga aliança, não era uma autoridade que se destinava as questões estritamente religiosas. Como bem estudamos em lições de trimestres passados, o sumo sacerdote na antiga aliança respondia também por questões de características sociais e ambientais cuja abrangência era de cunho nacional. Nas questões sociais, entre tantas, ele supervisionava muitas doenças e seus tratamentos; supervisionava as questões litigiosas; e, supervisionava as questões judiciais. E, nas questões de caráter ambiental, era responsabilidade do sumo sacerdote manter o equilíbrio homem-natureza. Então, assim, o sumo sacerdote era uma figura de extrema necessidade entre o povo e, tudo quanto fazia tinha que ser de forma imparcial.
A morte do sumo sacerdote, na antiga aliança, tinha de ser anunciada às cidades de refúgio em todo o país. Isso era de suma importância para algumas pessoas, pois, significava a soltura de todos os confinados aos limites das cidades de refúgio por serem culpados de homicídio acidental. A morte de um homem trazia benefícios para os que, em alguns casos, “legitimamente” tinham violado a Lei de Deus. A morte de Jesus não trouxe benefícios somente a algumas pessoas, porém, a humanidade foi beneficiada de forma generosa e abundante.
Jesus, como nosso Sumo Sacerdote, tem em Si todas as prerrogativas do seu cargo. Como Sumo Sacerdote, Ele não só apela pelos nossos pecados, mas, intercede por tudo aquilo que diz a respeito a nós e o que nos pertence.
22 maio 2019
O aviso de Deus para o sacerdote
JESUS, O VERBO DE DEUS
(Comentário do 2º tópico da Lição 01: O Verbo que se tornou carne) Ev. WELIANO PIRES No segundo tópico, falaremos de Jesus como o Verbo de D...
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O ministério começa com a chamada, depois vem a conversão e por último a preparação. Não se deve separar obreiros que não foram chamados, qu...
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"A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios; conserva-te a ti mesmo puro." (1 Timóteo 5.22) ...