sexta-feira, 13 de abril de 2018

Os cinco pilares da Reforma Protestante


A Reforma Protestante foi um movimento que procurou voltar às bases do ensinamento da Bíblia, tirando as tradições erradas que tinham surgido ao longo dos séculos. O movimento protestante se baseia em cinco princípios fundamentais os “CINCO SOLAS”, ou “CINCO SOMENTE”.

1. Sola Scriptura - Somente as Escrituras

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.” ( 2 Timóteo 3:16-17).

Todo ensinamento deve ser fundamentado na Bíblia, que é a palavra de Deus. Ela é a única autoridade divina para a fé. Todo ensino e toda tradição devem ser analisados à luz da Bíblia. Se não está bem fundamentado na Bíblia, não vale como doutrina!

2. Sola Fide - Somente a Fé

“Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego. Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como está escrito: ‘O justo viverá pela fé’.” (Romanos 1:16-17).

Só existe uma forma de alcançar a salvação: pela fé. Por mais que façamos, nossas obras não conseguem nos salvar do pecado e suas consequências. Somente quando cremos em Jesus como nosso salvador, é que recebemos a salvação. Uma vida de boas obras é consequência da salvação, não o contrário.

3. Sola Gratia - Somente a Graça

“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.” (Efésios 2:8-9)

Deus não nos salva porque merecemos. Ninguém merece a vida eterna, porque todos pecaram. Não há nada que possamos fazer para merecer a salvação. Mas Deus nos oferece a salvação por sua graça (favor imerecido), porque ele nos ama!

4. Solus Christus - Somente Cristo

“Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus, o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos. Esse foi o testemunho dado em seu próprio tempo.” (1 Timóteo 2:5-6).

Jesus é o único caminho para a salvação e o único mediador entre nós e Deus. Ele pagou o preço por todos os nossos pecados! Por isso, quando o reconhecemos como nosso salvador, nossos pecados são todos perdoados. A única coisa que precisamos fazer é arrepender-nos. Em Jesus temos acesso direto a Deus, sem mais intermediários.

5. Soli Deo Gloria - Somente a Deus a Glória

“Não a nós, Senhor, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome, por teu amor e por tua fidelidade!” (Salmos 115:1)

Deus é o único que merece toda a glória e toda a adoração. Ele é o único Deus Verdadeiro. Ele está presente em todos os lugares, pronto para nos ouvir, quando nos voltamos para Ele. Por isso, não devemos adorar nem orar a deuses falsos, imagens, ou santos. Essa glória pertence somente a Deus.

Toda a glória seja dada a Deus, cuja graça nos salvou, pela fé em Jesus Cristo!

FONTE: www.bibliaon.com

domingo, 8 de abril de 2018

POR QUE ESTOU ALEGRE COM A PRISÃO DO EX-PRESIDENTE LULA


Por Ethevaldo Siqueira

Minha colega Leda Beck está escandalizada e inconsolável com aqueles que festejam a prisão de seu ídolo. E compara a alegria dos que comemoram a prisão de Lula à dos arautos do nazismo na Alemanha dos anos 1930.
Eu discordo. E não sou nazista. Apenas penso de forma diferente de V. Excia. E sou capaz de dizer por quê. Não vou devolver nenhum xingamento nem ofendê-la. Por isso, não me queira mal por isso, cara amiga.
Minha alegria nada tem de nazista. Ela vem aplacar um pouquinho de minha gigantesca indignação com o assalto bilionário à Petrobras, com a esperança de que a maior corrupção de nossa história não fique impune. Essa alegria, eu sei, pode durar pouco, pois sabemos que a maioria do STF é precária e instável. E com figuras tão polêmicas como Gilmar, Marco Aurélio e Lewandowski.
Na falta de argumentos consistentes, você ofende todos que pensam diferente de você. Quanto a Lula, minha alegria vem do fato de seu ídolo estar marcado para sempre com o carimbo indelével de corrupto, lavador de dinheiro e ficha suja. Seus 30% de seguidores, cegos pelo fanatismo, talvez se convençam de que esse não é o líder que pregava a construção de um novo Brasil, sem corrupção.
Diante dos fatos, minha colega, não xingue ninguém. Faça uma revisão profunda dos fatos e uma reflexão sobre suas convicções político-partidárias. Não pense com adjetivos, mas com substantivos, com fatos, com argumentos consistentes. Prefira o caminho mais racional e, em vez de xingar os que festejam a prisão do corrupto, reconheça a mais dura realidade das desgraças ocorridas neste País nos últimos 15 anos.
Se quiser ser coerente e respeitada, não silencie diante da imensa quadrilha de outros “injustiçados” – como Zé Dirceu, André Vargas, Delúbio Soares, Palocci e dezenas dos saqueadores da maior empresa estatal do Brasil, que se lambuzaram com propinas, que, mesmo se dizendo “de esquerda”, se venderam às maiores empreiteiras. Sua promiscuidade e proximidade de ladravazes – amigos e aliados políticos – como Sérgio Cabral e sua quadrilha que levou o Estado do Rio à falência.
Admitir que Lula, inocente, tenha sido perseguido é negar todas as provas, todos os fatos, todas as denúncias de seus próprios companheiros, e ignorar toda estrutura judiciária brasileira, da primeira instância, aos tribunais regionais, ao STJ e ao STF. E cair no ridículo de considerar todos os julgadores, em todos os níveis, como idiotas, portadores da patológica “ânsia persecutória e encarceradora” – na expressão de seu advogado, Dr. José Roberto Batochio.
E mais: teve todo o direito de defesa, nas duas instâncias julgam as provas, defendido pelos mais famosos (e mais caros) advogados do País, com todas as tentativas rejeitadas de Habeas Corpus e salvos-condutos no STJ e no STF.
Absurdo seria se Lula continuasse solto, com seus seguidores, a zombar das leis, da Justiça e de todos nós -- como tentou até o último minuto. Só falta você repetir o os bordões da turma de bandeiras verdades, para quem o ex-presidente é inocente, que está sendo perseguido, que é preso político e outras bobagens que ouvimos neste 7 de abril de 2018.
E, minha cara amiga, jornalista, nossa suprema ironia, por tantas efemérides que foram notícias ao longo da história, que garimpei numa rápida pesquisa:
• Sete de abril é o Dia do Jornalista, data em que se comemoram os 110 anos de fundação da Associação Brasileira de Imprensa, por Gustavo de Lacerda, fundada em 1908.
• Na história, neste dia, no 451 de nossa Era, Átila, rei dos Hunos, saqueia a cidade de Metz e ataca cidades da Gália.
• Em 1521, Fernão de Magalhães chega às Filipinas – onde acabou devorado pelos indígenas locais.
• Na música, em 1724, estreia a Paixão Segundo São João BMW 245m de Bach; em 1805, Beethoven estreia em Viena sua Terceira Sinfonia, a Heroica,
• Em 1831, a abdicação do imperador Pedro I abdica em favor de seu filho, Dom Pedro de Alcântara, então com 5 anos de idade;
• Em 1906, o Vesúvio arrasa Nápoles.
• Em 1939, numa sexta-feira da Paixão, a Itália fascista invade a Albânia.
• Em 1994, neste dia, começou o Genocídio de Ruanda.

Discurso de ódio, eu?


Após a condenação do ex-presidente Lula e, principalmente, depois da sua prisão, os ânimos tem se exaltado entre os brasileiros que são favoráveis à sua prisão e os que são contra. Nestes dois grupos, há pessoas que se limitam a expor os seus argumentos contra ou a favor da prisão e criticar ou defender o ex-presidente.
Entretanto, há muitos extremistas dos dois lados, que não se limitam a defender ou criticar o ex-presidente. Ofendem e até agridem os que criticam ou o defendem. Vale lembrar que esta divisão entre brasileiros e este acirramento dos ânimos foi uma criação do ex-presidente Lula e do PT, que criara a idéia do ‘nós contra eles’, ‘ricos contra pobres’, elite contra a pobreza’, ‘brancos contra negros’, homossexuais contra heterossexuais’, ‘Brasil contra americanos’, etc.
Após a prisão vi alguns amigos, bem-intencionados é claro, cobrando respeito ao ex-presidente Lula e dizendo que aqueles que apoiam a prisão dele, como eu por exemplo, devemos parar com discurso de ódio e ‘respeitar o ex-presidente Lula’. Mas, será que somos nós que estamos propagando o ódio?
Onde eu mais vi ódio foi entre os defensores do ex-presidente Lula. Em São Paulo, por exemplo, eles agrediram fisicamente um senhor que passava com a bandeira do Brasil. Jogaram o homem contra um caminhão e ele está internado, com traumatismo craniano; quebraram veículos da imprensa e agrediram vários jornalistas e fotógrafos, que estavam apenas trabalhando; picharam o apartamento da Presidente do STF, Cármen Lúcia, simplesmente, porque ela votou contra o hábeas corpus; o Ministro Edson Fachin, responsável pela Lava Jato no STF, denunciou que ele e sua família estão recebendo ameaças de morte.
O Juiz Sérgio Moro além de ameaças, é massacrado diariamente na internet. Vi um grupo de pessoas que se dizem cristãs dizendo que iram costurar o nome dele na boca de um sapo. As ofensas proferidas ali são impublicáveis por pessoas que se dão ao respeito. Aqueles que ousam se manifestar a favor da prisão são chamados de jumentos, idiotas, mal agradecidos, que deviam comer capim e relinchar, etc.
Se entrarmos nos sites e páginas petistas nas redes sociais, eles falam horrores de quem não os apoia: Pastores, políticos, artistas, jornalistas, juízes e até eleitores, se não apóiam o PT são chamados de ladrões, vendidos, traficantes, golpistas, juizeco, etc.
Então, concordo que precisamos de serenidade e respeito. Mas, o problema maior está entre os petistas. Comparem as falas do Juiz Sérgio Moro com as de Lula e verão a enorme diferença.

Weliano Pires

sábado, 7 de abril de 2018

Os “sábios” de esquerda


Por Rodrigo Constantino/IstoÉ

O caso de amor patológico dos “intelectuais” por utopias e ideologias totalitárias é antigo. Comunismo, nacional-socialismo e fascismo: nenhum deles foi parido pelo povo, pela classe trabalhadora, pelos “pobres e oprimidos”. Todos, sem exceção, nasceram das penas de pensadores, normalmente com extenso currículo na área de Humanas. Raymond Aron, não por acaso, falava do “ópio dos intelectuais” para se referir ao marxismo.

Lembrei disso ao ler a notícia de que a mais prestigiosa revista de esquerda da França, “Les Temps Modernes”, criada por Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir, rompeu com o chavismo e denunciou a escalada autoritária de Nicolás Maduro. O atraso só não é mais chocante do que a canalhice. Afinal, são diversas páginas para apontar para bodes expiatórios e poupar o verdadeiro culpado pelo caos venezuelano: o socialismo que ainda defendem!

Não esperem uma dolorosa revisão de suas crenças. Claro que não! Foi “apenas” mais um experimento socialista fracassado, como tantos outros. Mas é porque deturparam Marx, óbvio! O socialismo é o agente oculto em toda análise sobre a tragédia venezuelana. É como se bastasse tentar uma vez mais, com pessoas ou circunstâncias diferentes, para o paraíso terrestre da igualdade finalmente nos dar o ar de sua graça. Amém!

É preciso ser um “intelectual” para defender certas coisas. Lula, por exemplo. O bandido responsável pela destruição do Brasil recebeu artistas e “intelectuais” essa semana, que aproveitaram para falar de Marielle Franco, a vereadora do PSOL assassinada no Rio de Janeiro. Chico Buarque estava lá, naturalmente. Já quando Caroline Plescht, policial de Santa Catarina, foi morta por bandidos, nenhum desses ilustres “pensadores” gritou: Caroline, presente!

Em seu enterro e nas redes sociais só tinha povo se manifestando, revoltado com a morte de uma jovem trabalhadora que tentava defender as leis. É preciso ser uma “pensadora” como Márcia Tiburi para defender a “lógica do assalto”. Só mesmo uma filósofa como Marilena Chaui para achar que o mundo se ilumina quando Lula abre a boca.

Quando vemos o grau de estupidez de tantos “intelectuais”, ou militantes comunistas disfarçados de professores doutrinando jovens com bobagens esquerdistas em pleno século XXI, torna-se compreensível o desprezo crescente de tantos pela nossa “educação”, como nova pesquisa aponta. Ideologia de gênero não ajuda em nada no mercado de trabalho, por exemplo. Já o uso correto da língua e a matemática sim, mas isso não se aprende nas escolas inspiradas em Paulo Freire.

Diante desse quadro patético, cabe perguntar se não é melhor ser “alienado” e “ignorante”, quiçá “fascista”, pela lente vermelha desses incríveis “sábios” de esquerda…

São diversas páginas para apontar bodes expiatórios e poupar o verdadeiro culpado pelo grande caos venezuelano: o socialismo.

Luís Inácio: rouba, mas faz



Justino era um pobre assalariado. Do pouco que ganhava, era obrigado a ‘investir’ compulsoriamente 35% de sua renda, em ações da empresa Avança Brasil. Havia muitas reclamações contra esta empresa e a sua direção. As reclamações eram de que os dirigentes eram corruptos e não faziam nada em prol dos acionistas mais pobres.
Diante disso, um grupo de acionistas, de médio porte, convenceu a maioria dos acionistas mais pobres, inclusive Justino, a elegerem como presidente geral da empresa, Luís Inácio, um semianalfabeto, que nunca havia sido dirigente nem de uma quitanda. As idéias de Luís Inácio sempre foram de ‘revolucionário’, grevista e defensor dos trabalhadores. O discurso de Luís Inácio preocupava clientes e fornecedores da empresa, temendo que ele fizesse o que sempre pregou: dar calote nos credores e perder totalmente a confiança da empresa, levando-a à falência.  
Justino tinha pouco conhecimento sobre economia, administração e contabilidade. Achava que estas coisas eram discurso de acionistas de elite, para enganar e oprimir aos mais pobres. A esta altura, Luís Inácio publicou uma carta aos acionistas, que certamente não fora ele que escreveu, devido à sua falta de escolaridade e cultura. Justino e a maioria dos acionistas mais pobres se deixaram seduzir pelo discurso de Luís Inácio, que se auto apelidara ‘Luizinho Paz e Amor’.
Luiz Inácio foi eleito presidente da empresa e fez um discurso emocionante. Justino foi às lágrimas, pois, agora o presidente da empresa era alguém do nível dele e, certamente iria trabalhar para melhorar a situação dos menos favorecidos. Luiz Inácio mudou o nome da empresa para ‘Brasil, um país de todos’.
No primeiro ano, Luís Inácio começou a fazer o contrário de tudo o que sempre prometeu. Aumentou as contribuições, criou vários cargos para os seus aliados, reformou o Plano de aposentadoria cortando ‘privilégios’, distribuiu dinheiro da empresa para invasores de terra e para blogueiros mentirosos que mentissem a seu favor, etc. Alguns aliados de longa data, que haviam lutado para que Luís Inácio se tornasse presidente, esbravejaram e o abandonaram, chamando-o de traidor. Luís Inácio os chamou de radicais e continuou a sua gestão, com grande propaganda de que melhorara a empresa e principalmente a vida dos mais pobres.
Três anos depois, descobriu-se um grande esquema de corrupção. Houve a denúncia de que as decisões do conselho administrativo da empresa eram, na verdade, compradas. Cada conselheiro recebia uma quantia mensal para aprovar tudo o que Luís Inácio queria. Vários auxiliares de Luís Inácio, inclusive o seu principal assessor, foram denunciados à Justiça por corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e vários crimes. Mas, Luís Inácio disse que não sabia de nada e não foi denunciado.
Luís Inácio foi reeleito para o cargo, alegando que fora traído por algumas pessoas, sem dizer por quem e prometeu combater a corrupção na Presidência da empresa. Depois de dois anos da reeleição de Luís Inácio, uma grande crise econômica atingiu o mundo e a empresa também fora atingida. Entretanto, Luís Inácio ao invés de cortar gastos, recomendava os acionistas a gastarem mais e ele mesmo aumentava gastos e emprestava dinheiro para amigos, que sabia-se que nunca iriam pagar. Para ele, aquilo não era uma crise, era apenas uma ‘marolinha’.
Terminado o seu segundo mandato à frente da empresa, pelas regras, Luís Inácio não poderia mais continuar. Ele escolheu uma de suas assessoras, que nunca havia ocupado nenhum cargo administrativo. Habilidoso na propaganda, Luís Inácio, com altíssima popularidade, convenceu os acionistas a elegerem Dona Vanda como sua sucessora.
Na gestão de Dona Vanda, logo começaram a apareceros resultados das irresponsabilidades de Luís Inácio. Mas, a ordem era para nunca atribuírem a culpa a ele, pois, segundo dizia-se, ele foi o melhor presidente que a empresa já tivera e ajudara principalmente aos mais pobres. Os problemas da empresa, no entanto se avolumavam: as dívidas crescendo, péssimo relacionamento da direção com o conselho administrativo e em um único ano, Dona Vanda teve que demitir seis assessores diretos, envolvidos com corrupção. Durante o seu governo, foram concluídos os processos contra vários assessores de Luís Inácio, acusados de corrupção, os quais foram presos.
Terminou o primeiro mandato de Dona Vanda e Luís Inácio e aliados convenceram os acionistas de que a melhor opção seria Dona Vanda continuar no comando da empresa. Mentiram, enganaram, fizeram falsas promessas, compraram votos e acabaram ganhando as eleições. Mas, houve denúncias na Justiça de que a eleição fora ganha com usos de recursos ilícitos. No entanto, Dona Vanda e aliados diziam que isso era intriga da oposição que não se conformava com a derrota.
Logo no primeiro ano do segundo mandato, ficou comprovado que havia uma quadrilha montada desde a gestão de Luís Inácio, que contratavam empreiteiras corruptas a preços muito altos, para realizar serviços na empresa. Em contrapartida, estas empreiteiras devolviam bilhões de reais em propinas para os aliados de Luís Inácio e Vanda. Abriu-se um processo e descobriu-se que Dona Vanda fizera empréstimos sem a aprovação do Conselho administrativo e emitira decretos ilegais para maquiar as contas da empresa, apresentando relatórios falsos aos acionistas e credores. Isso resultou na demissão de Dona Vanda e o seu vice Michel assumiu. Dona Vanda e Luís Inácio que no passado encheram Michel de elogios agora o chamavam de golpista.
As investigações, denúncias e processos na Justiça avançaram. Luís Inácio se tornou réu em sete processos e já foi condenado em um deles, a doze anos de prisão. Justino e a maioria dos acionistas ficaram revoltados ao saber que foram roubados durante 13 anos por Luís Inácio e seus aliados. Entretanto, mesmo diante de tantas provas e condenações da Justiça, os aliados insistem que Luís Inácio é inocente. Chegaram agredir os acionistas que o criticam, chamando-os de coxinhas e golpistas. Falaram até que Justino é um ‘mal agradecido’ e que ‘cospe no prato que comeu’. Outros dizem que Luís Inácio rouba, mas, faz. Enquanto isso, Luís Inácio e sua família que não tinha nada estão muito ricos, embora ele irá passar o resto dos seus dias na prisão.

Por Weliano Pires

sexta-feira, 16 de março de 2018

Perigoso no Rio não é ser mulher, negra, lésbica e favelada. Morre-se mais por ser PM. Matemática para a esquerda amoral


Por: Reinaldo Azevedo


“Não acabou, tem que acabar; eu quero o fim da Polícia Militar”. Ouviu-se, nesta quinta, esse grito em várias cidades brasileiras, especialmente no Rio e em São Paulo. Como antevi que aconteceria em textos nesta madrugada, as esquerdas foram às ruas e às praças para acusar as forças oficiais de segurança pelo assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, do PSOL. Seu partido, em coro com o PT, tentou jogar a tragédia nas costas da intervenção no Estado, como se a ocorrência não reforçasse a necessidade da ação do governo federal.

É claro que o debate sobre o assunto pode ser travado no terreno dos valores, da ideologia, da política. Mas pretendo aqui evidenciar a vigarice moral dessa gente com números, com a matemática. Entrar na rinha puramente valorativa corresponde a dar aos esquerdistas o seu palco predileto, que é o da autovitimização triunfante. Ou vocês, como eu, não cansaram de ler textos a lembrar que Marielle era mulher, negra, favelada, socialista, lésbica e contra a intervenção”? Isso faz supor que a eventual morte de um homem branco, do asfalto, liberal, hétero e favorável à intervenção mereceria indignação menor.

Não é de hoje que as esquerdas fazem hierarquia de vítimas e mortos, desde que isso possa servir à sua causa. Há quantos anos escrevo no meu blog contra a barbárie nos presídios e cadeias? Sempre existiu tortura no Brasil. Os camaradas vermelhos só lutaram por indenizações para os torturados com pedigree ideológico. A propósito: se Marielle, ainda que negra e favelada, fosse hétero e de direita, a indignação já seria menor. Se lésbica, mas branca, ainda que socialista, também a comoção industriada seria mais contida. Esses papa-defuntos precisam de uma morta que seja, ao menos tempo, um “combo” de opressões para que, como dizem, “seu martírio não seja em vão”.

O conjunto é nauseante. Essa gente é incapaz de expressar o luto, palavra oriunda do vocábulo latino “luctus”, que deriva do verbo “lugeo”, que quer dizer chorar a perda de alguém. Antes mesmo que possa demonstrar sofrimento, o cadáver é logo carregado em triunfo em nome de uma causa.

Sim, só Marielle trazia tantas marcas distintivas da militância e portava tantas bandeiras — inclusive o equivocado estandarte contra a intervenção. Mas sabem quantos outros seres humanos, a exemplo dela, que também tinha essa condição, foram assassinados no Estado no ano passado? 6.371! O que fez com que a taxa de homicídios chegasse à escandalosa marca de 40 por 100 mil habitantes. Sim, há unidades da federação com números ainda piores. E as esquerdas ficaram em casa.

Ataca-se a Polícia? Com efeito, desse total, 1.124 mortes se deram em decorrência de ações policiais, uma taxa de 6,7 mortes por 100 mil habitantes — o número é realmente escandaloso. Mas nada, meus caros, nada mesmo se equipara ao que acontece com os próprios policiais militares, eleitos os vilões da hora. Em 2017, foram assassinados 134, de um total de 45.429 homens.

Preste atenção, leitor, para o tamanho da delinquência moral da esquerda que grita “Não acabou, tem que acabar; eu quero o fim da Polícia Militar”. Relembro: houve 40 homicídios por 100 mil habitantes no Rio; a PM matou 6,7 pessoas por 100 mil habitantes. É tudo estúpido e assustador. Ocorre que a taxa de mortalidade dos policiais, se convertida a essa relação, atinge a marca insana de 249,6 mortos por 100 mil.

Confrontar um esquerdista com a verdade pode não ser nem fácil nem difícil, mas apenas inútil. Mas sou obrigado a fazê-lo.

Que se vá até o fim para saber quem matou Marielle. Até porque aquele que o fez sabia que a esquerda botaria a boca no trombone contra a intervenção. Era o que queriam os assassinos. Os companheiros vermelhos, também contrários à ação federal, cumprem rigorosamente a vontade do crime organizado. Contra o narcotráfico, nem um miserável pio.

“Marielle, presente!”

Essa mesma esquerda deveria ter saído às ruas, no ano passado, para dizer “Washington, presente”; “Claudenilson, presente!”; “Wilson, presente”, “Josés da Silva sem Pedigree Militante, presente!” Poderia tê-lo feito q cada uma das 134 vezes em que o crime organizado matou um PM. Também ele, quase sempre, preto de tão pobre e pobre de tão preto.

Sei que um esquerdista diante da verdade se comporta como o diabo diante da cruz, mas a verdade inescapável é que perigoso mesmo, arriscado mesmo, quase suicida, no Rio, não é ser mulher, homem, negro, branco, hétero, homo… Arriscar-se de verdade, no Rio, é ser policial militar. E isso os delinquentes não admitem porque lhes falta a moral necessária para consultar a matemática dos fatos e lhes falta a matemática dos fatos para instruir a sua amoralidade barulhenta.

Preferem atuar como propagandistas do narcotráfico.


http://www3.redetv.uol.com.br/blog/reinaldo/perigoso-no-rio-nao-e-ser-mulher-negra-lesbica-e-favelada-morre-se-muito-mais-por-ser-pm-matematica-para-a-esquerda-amoral/

domingo, 25 de fevereiro de 2018


O seu carinho faz-me sentir amado
Suave é a fragrância do seu cheiro
Seu nome é como perfume derramado
Que perfuma o ambiente inteiro


Como você é linda minha querida!
O meu coração, você faz disparar
A sua companhia me traz guarida
Ainda me encanto com o seu olhar


O nosso amor resiste às correntezas
Pelos rios, ser coberto não poderia
Ainda que por ele, me dessem riquezas
Com certeza, eu as desprezaria.


Feliz aquele que encontrar
Uma esposa com o seu perfil
Não se encontra em qualquer lugar
Talvez, encontra-se uma, entre mil


Você só me faz o bem; nunca o mal
Todos sabem, que você é virtuosa.
Pessoa exemplar e de beleza escultural.
Sou grato a Deus, pela esposa maravilhosa.

Parabéns meu amor, por mais um ano de vida.
Rogo a Deus que abençoe a sua vida e que ela seja longa, saudável e feliz ao meu lado.