Em Israel, na Cidade de Nazaré
Uma virgem estava desposada
Com um jovem chamado José
Na prática ainda não era casada.
Certo dia, a virgem foi visitada
Por um anjo chamado Gabriel
Que lhe disse: Salve agraciada!
Terás um Filho chamado Emanuel
Aquela virgem chamada Maria
Espantou-se com a informação
E pensou como isso aconteceria
Pois nunca tivera uma relação
O anjo Gabriel lhe respondeu
– O Espírito Santo sobre ti virá
E darás à luz o Filho de Deus
Para Deus, impossível não há.
José quando soube da gravidez
Quis deixá-la sem ninguém saber
O anjo apareceu mais uma vez
E disse o que ele deveria fazer
José, Filho de Davi! Disse Gabriel
A tua mulher, um filho dará à luz
Será o Messias prometido a Israel
O qual será chamado de Jesus
O casal veio de Nazaré à Judéia
Precisava fazer o alistamento
Cumpriu-se o que disse Miquéias:
Em Belém será o seu nascimento
Havia muita gente na cidade
Chegaram os momentos finais
Não encontraram hospitalidade
E foram a um abrigo de animais
Pastores no campo trabalhavam
Quando um anjo lhes apareceu
Muito atemorizados eles ficaram
A glória de Deus resplandeceu
O anjo, então, a notícia lhes deu
Que em Belém havia nascido
O Cristo, o Santo Filho de Deus
O Salvador que fora prometido
Os magos viram algo diferente
Vieram do Oriente a Jerusalém
Foram informados por esta gente
Que o Cristo nasceria em Belém
Herodes tentou matar a criança
E cometeu grande atrocidade
Promovendo covarde matança
De recém-nascidos na cidade
Deus sabe tudo e se antecipou
Mandou fugirem para o Egito
José obedeceu e por lá ficou
Até à morte do tirano maldito
Quando tinha oito dias de nascido
Jesus foi apresentado ao Senhor
Simeão já havia envelhecido
E aguardava a vinda do Salvador
O velho Simeão foi orientado
Por uma revelação do Senhor
Que aquele menino apresentado
Era o Bendito e Eterno Redentor
Tomando o menino, disse Simeão
Despede agora teu servo, Senhor
Meus olhos viram a tua Salvação
O prometido e amado Redentor.
Ana, a profetisa, que já era idosa
E servia Deus desde a mocidade
Também proferiu palavras ditosas
Sobre Ele por toda aquela cidade
Não sabemos o dia exatamente
Que o nascimento tenha ocorrido
Não foi em Dezembro certamente
Mas este foi o dia estabelecido
Neste dia foi convencionado
Para ser o dia do Natal de Jesus
Portanto deve ser celebrado
Aquele que é a Verdade e a Luz.
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO!
Ev. Weliano Pires
Assembléia de Deus
Ministério do Belém
São Carlos, SP
Sou evangelista da Assembléia de Deus, Ministério do Belém, em São Carlos-SP. Defendo o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo. Este Evangelho mostra uma humanidade destituída da glória de Deus e um único salvador, capaz de restaurá-la: Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus.
22 dezembro 2023
O NASCIMENTO DE JESUS
20 dezembro 2023
PREGAR O EVANGELHO: A RESPONSABILIDADE DE TODO CRISTÃO
(Comentário do 2º tópico da LIÇÃO 13: O PROPÓSITO DE MISSÕES
Ev. WELIANO PIRES
No segundo tópico, veremos que a responsabilidade de pregar o Evangelho é de todos os cristãos. Faremos uma reflexão, através de várias perguntas, sobre a nossa disposição de pregar o Evangelho a toda criatura. O comentarista alerta-nos de que haverá um duro juízo da parte de Deus para com aqueles que negligenciarem esta responsabilidade.
1- Qual é a nossa disposição? Equivocadamente, muitos crentes imaginam que a responsabilidade de pregar o Evangelho é apenas dos missionários, dos pastores e do departamento de missões da Igreja. Ora, Jesus deu ordem a todos os seus discípulos e não apenas aos apóstolos. O comentarista nos apresenta aqui seis perguntas para a nossa reflexão sobre a nossa responsabilidade de anunciar o Evangelho a toda criatura.
a) Como está a nossa disposição? Disposição é a nossa prontidão para fazer algo. Será que a evangelização encontra espaço em nossa agenda? Antigamente, os crentes falavam de Jesus a todos os que chegavam à sua casa e por onde passavam. Não se importavam de serem tachados de fanáticos. Hoje, em tempos de redes sociais, podemos falar de Jesus, postando reflexões bíblicas, versículos, vídeos e fotos. Infelizmente, muitos cristãos falam sobre vários assuntos que não edificam e nada do Evangelho.
b) Você sabia que a Evangelização tem a ver com a vinda de Jesus? Este será o assunto da nossa próxima lição. Algumas pessoas pensam que Jesus só voltará quando todas as pessoas ouvirem o Evangelho. Afirmam isso com base em Mateus 24.14, que diz: “E este Evangelho Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes e, então, virá o fim”. Neste texto, Jesus está falando do Evangelho do Reino que será pregado durante o Milênio, antes do fim do mundo, quando toda a terra se encherá do conhecimento do Senhor e não do arrebatamento da Igreja. A vinda de Jesus não é o fim. A vinda de Jesus está relacionada à Evangelização, no sentido de que ela é certa e pode acontecer a qualquer momento. Além disso, a morte também é certa e imprevisível. Os que não ouvirem Evangelho até à volta de Jesus ou até à sua morte, inevitavelmente, estarão perdidos. O renomado pastor, teólogo e escritor Ciro Sanches Zibordi, especialista em Escatologia pré-tribulacionista, publicou um vídeo sobre isso, que eu recomendo.
c) O que temos feito em prol da evangelização? Cada um de nós em particular e a Igreja em geral devemos nos fazer esta pergunta. Infelizmente, de uns anos para cá a Igreja em geral, com raras exceções, tem se voltado apenas para o seu público interno. Fazemos congressos, seminários, palestras e festas direcionados aos crentes. Quando se faz evangelismo, geralmente em um domingo a tarde, se restringe a entregar folhetos, sem dizer quase nada, apenas para parecer que estamos evangelizando.
d) Temos formado obreiros para cumprir a grande comissão? A preparação de obreiros, principalmente no meio pentecostal tem deixado muito desejar. Não me refiro ao conhecimento teológico, pois em nossa Igreja é exigido o curso teológico antes da ordenação. É preciso preparar obreiros também no dia a dia da Igreja, treinando - os na prática. Os nossos púlpitos nos domingos à noite e nos congressos estão cheios de obreiros, que não tem nenhum trabalho sob sua responsabilidade. Foram consagrados apenas para agradar ou obter votos em convenções. Antigamente, quando alguém chegava a ser ordenado pastor, tinha uma vida de trabalho na causa do mestre, sendo experimentado em vários trabalhos.
e) Os jovens cristãos enxergam a urgência da Grande Comissão? Se os nossos obreiros, em grande parte não têm consciência da urgência da evangelização, quanto mais os jovens! Eu sou de uma época em que a juventude da Igreja era envolvida na evangelização e cultos nos lares e ao ar livre. A força e alegria da juventude era aproveitada nestes trabalhos. Infelizmente, esta realidade mudou. Em muitas Igrejas, os jovens estudam à noite durante a semana e nos finais de semana, dormem um pouco mais e buscam lazer.
f) Estamos dispostos a dar a nossa vida pela causa do Mestre? Os primeiros cristãos estavam sempre dispostos a morrer por amor a Cristo. Muitos foram presos, torturados e mortos, mas não negaram ao Senhor. Infelizmente, na atualidade, as pessoas estão mais preocupadas com a carreira, com a fama, com a própria felicidade e com retornos financeiros. Quando a liderança da Igreja chama um obreiro para um determinado trabalho, ele coloca uma série de obstáculos e faz uma série de exigências. Paulo escrevendo a Timóteo disse: “Sofre, pois, comigo as aflições, como bom soldado de Cristo”. (2Tm 2.3). Um soldado em serviço não tem vontade própria, mas cumpre ordens do seu superior.
2- “Pois me é imposta essa obrigação”. Em 1 Coríntios 9.16, o apóstolo Paulo faz a seguinte declaração sobre a responsabilidade de anunciar o Evangelho: “Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!”. Quando lemos o relato da conversão de Saulo no caminho de Damasco, podemos ver que ele não escolheu ser um missionário transcultural, saindo pelo mundo anunciando o Evangelho e sofrendo duras perseguições. Foi o próprio Senhor Jesus quem disse a Ananias: “Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel.” (At 9.15). Portanto, ele foi escolhido por Deus para cumprir esta missão, não porque merecesse ou por ser capaz, mas porque Deus assim o quis.
Quando Paulo diz “ai de mim se não anunciar o Evangelho”, o comentarista explica que há dois sentidos nesta afirmação: obrigação e punição. Paulo tinha consciência de que o Senhor Jesus o havia colocado sobre ele esta obrigação. Por isso, não cumpri-la seria desobedecer ao Mestre. Por outro lado, ele sabia que não obedecer à obrigação que Deus lhe confiara seria rebelião contra Deus e isso é gravíssimo.
No livro de apoio, o comentarista explica que a palavra “ai” neste texto, no grego é “ouai”, que expressa dor ou lamento quando usada como uma exclamação. A forma substantivada significa “calamidade”. Portanto, pode indicar a tristeza interior e sentimento de autorreprovação, por não cumprir uma obrigação. Sugere também que Deus reprovaria esta atitude negligente e isso lhe traria tristeza.
Não podemos excluir também a possibilidade de que ele estava se referindo a um julgamento severo da parte de Deus, caso ele descumprisse esta missão. Pregar o Evangelho não é uma opção para a Igreja, que ela pode escolher se fará isso ou não. É uma ordem expressa do Senhor Jesus, que não pode ser negligenciada. O Senhor nos chamou para irmos a Ele (Mt 11.28-30). Depois que nos salvou, ordenou a sair pelo mundo, pregando o Evangelho a toda criatura. A nossa missão não é fazer as pessoas crerem, mas pregar o Evangelho de Cristo com fidelidade.
REFERÊNCIAS:
GABY, Wagner. Até os confins da terra: Pregando o Evangelho a todos os povos, até a volta de Cristo. RIO DE JANEIRO: CPAD, 1ª Ed. 2023, págs. 134-142.
Ensinador Cristão. CPAD, Ed. 95, pág. 42.
PETERS, George W. Teologia Bíblica de Missões. 1ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, p.306)
O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Ed. Candeia, volume 4, p. 139)
19 dezembro 2023
O ALVO DA OBRA MISSIONÁRIA
(Comentário do 1º tópico da LIÇÃO 13: O PROPÓSITO DE MISSÕES
Ev. WELIANO PIRES
No primeiro tópico, falaremos do alvo da obra missionária. Inicialmente falaremos do fundamento da realidade salvífica, tomando como base o texto de Apocalipse 5.9 que diz que o sacrifício de Cristo comprou para Deus, “homens de toda tribo, língua, povo e nação.” Na sequência falaremos do propósito global da obra missionária, com base no texto de Mateus 28.18-20, que trata da Grande Comissão de Jesus aos seus discípulos.
1- O fundamento da realidade salvífica. Infelizmente, muitas pessoas desconhecem totalmente a Doutrina da Salvação ou têm idéias distorcidas e antibíblicas sobre o assunto. Há muitos ensinos errados a este respeito. Muitas seitas pregam a salvação pelas obras, por merecimento e por fazer parte da sua organização. Por causa disso, fazem pesadas exigências aos seus adeptos, para conseguirem a salvação. No outro extremo há o universalismo que ensina que Deus é misericordioso e, no final salvará a todos.
Mesmo no meio evangélico, há pensamentos diferentes em relação à Doutrina da Salvação. O Calvinismo, por exemplo, diz que Jesus não morreu por todos, morreu apenas pelos “eleitos”, que é um grupo de pessoas a quem Deus escolheu de antemão que iria salvar. Este conceito teológico é chamado de “Expiação Limitada”. Os calvinistas ensinam ainda que Deus escolheu o grupo restante para a perdição e estes não serão salvos, porque Deus determinou que seria assim. Outro ponto controverso do Calvinismo é que o ser humano não tem o poder de escolher ser salvo ou não (livre-arbítrio). Ensinam que os escolhidos serão salvos e não poderão resistir (Graça irresistível); os que Deus escolheu não salvar se perderão e não há nada a ser feito para mudar isso.
Eu não vejo fundamento na Bíblia para estes ensinos. O texto de Ap 5.9, citado pelo comentarista deixa claro que Jesus morreu por todos: “...foste morto e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo, e nação”. Vemos em toda a Bíblia, a predisposição de Deus de redimir a humanidade perdida, desde a entrada do pecado no mundo. Antes da fundação do mundo, Deus já sabia que iria criar o ser humano e que este iria pecar.
Sabendo disso, em sua presciência, Deus elaborou o plano de Salvação, para salvar o ser humano. Este plano foi anunciado pela primeira vez, em Gênesis 3.15 na sentença que Deus deu à serpente, após a desobediência do primeiro casal, por isso, é chamado de Proto Evangelho. Este plano de Deus incluía a chamada de Abrão, a formação da nação de Israel e a vinda do Messias.
2- Um propósito global. O propósito de Deus é salvar a toda humanidade. Assim como o alcance do pecado é universal (Sl 14.3; 143.2; Ec 7.20; Rm 3.1-12, 19, 20, 23; Gl 3.22; Tg 3.2; 1Jo 1.8, 10), a salvação também tem alcance universal, ou seja, está disponível a todos os que quiserem ser salvos. Desde o Antigo Testamento, podemos perceber que Deus deseja salvar a todos. Na chamada de Abrão, por exemplo, Deus lhe disse: “...em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3).
No Novo Testamento, a abrangência universal da salvação é reafirmada com mais clareza. Jesus deixou muito claro que Ele veio buscar e salvar os que estavam perdidos (Lc 19.10); que veio chamar os pecadores ao arrependimento (Lc 5.32); que Deus amou o mundo (todas as pessoas) e que todos os nEle cressem seriam salvos (Jo 3.15,16). Os apóstolos também ensinaram que Deus ama a todos e não faz acepção de pessoas (At 10.34; Rm 2.11; Ef 6.9; 1Pd 1.17).
O apóstolo Paulo pregando no areópago de Atenas, disse que “Deus não leva em conta os tempos da ignorância e anuncia a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam”. (At 17.30). Em outros textos também, Paulo afirmou que “Cristo veio ao mundo salvar os pecadores” (1Tm 1.15); e que “Deus deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.” (1Tm 2.4). É preciso ter cuidado, no entanto, para não confundir o alcance universal da salvação, que é bíblico, com a doutrina herética do Universalismo, que é antibíblica e afirma que todos serão salvos.
Se Cristo morreu por todos os pecadores e Deus deseja salvar a todos, a Igreja do Senhor tem a obrigação de anunciar a mensagem de salvação a toda criatura e a todos os povos, como Jesus ordenou aos seus discípulos (Mc 16.15; Mt 28.19,20). Não há outra forma de alguém ser salvo, se não for por meio do sacrifício de Cristo (Jo 1.29; Jo 14.6; At 4.12) e não há como conhecer a Cristo se não for através da pregação do Evangelho.
REFERÊNCIAS:
GABY, Wagner. Até os confins da terra: Pregando o Evangelho a todos os povos, até a volta de Cristo. RIO DE JANEIRO: CPAD, 1ª Ed. 2023, págs. 134-142.
Ensinador Cristão. CPAD, Ed. 95, pág. 42.
PETERS, George W. Teologia Bíblica de Missões. 1ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, p.306)
HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. 1ª Edição. RJ: CPAD, 1996, p.358.
POMMERENING, Claiton Ivan. A Obra da Salvação: Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida. 1ª Edição. RIO DE JANEIRO: CPAD, 2007.
17 dezembro 2023
INTRODUÇÃO À LIÇÃO 13: O PROPÓSITO DE MISSÕES
Ev. WELIANO PIRES
REVISÃO DA LIÇÃO PASSADA
Na lição passada, estudamos sobre o modelo de missões da Igreja de Antioquia, primeira Igreja formada por gentios e também a primeira Igreja a fazer missões transculturais. Após a grande perseguição contra a Igreja de Jerusalém, que se deu após a morte de Estêvão. Dentre os cristãos dispersos, alguns homens chíprios e de Cirene, anunciaram o Evangelho também aos gentios (At 11.20). Um grande número de pessoas se converteu em Antioquia e Barnabé foi enviado a Antioquia. Barnabé foi a Tarso buscar Saulo e, por cerca de um ano, ensinaram a Palavra de Deus em Antioquia.
No primeiro tópico, falamos da natureza e das características da Igreja de Antioquia. Vimos as informações da cidade de Antioquia da Síria. Depois, falamos da Igreja de Antioquia, desde o seu nascimento, até se tornar uma base missionária de Paulo e Barnabé. Por último, vimos que esta Igreja foi fundada por cristãos leigos, com pouca instrução sobre as doutrinas cristãs.
No segundo tópico, falamos de Antioquia como uma Igreja missionária em ação. Falamos das características do corpo de obreiros de Antioquia, que era formado de profetas e doutores. Depois, falamos da liderança da Igreja de Antioquia, que era uma liderança servidora, mesmo sendo bastante diversificada. Por último, falamos da chamada específica de Barnabé e Saulo, pelo Espírito Santo, para a missão transcultural.
No terceiro tópico, falamos sobre o serviço de missões da Igreja de Antioquia. Falamos do início das missões cristãs a partir de Antioquia, trazendo o relato da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé, tendo João Marcos como cooperador. Depois, falamos do roteiro e das principais atividades na primeira viagem missionária. Por último, falamos das prestações de contas de Paulo e sua equipe à Igreja de Antioquia que os enviou.
LIÇÃO 13: O PROPÓSITO DE MISSÕES
INTRODUÇÃO
Estamos nos aproximando do final deste trimestre. Teremos apenas mais duas lições, relativamente pequenas, com apenas dois tópicos cada uma. Nesta penúltima lição falaremos do propósito da Igreja ao fazer missões. Quando falamos de propósito estamos nos referindo à principal razão de ser, ou meta principal de alguém.
No caso da Igreja, ela tem o nobre propósito neste mundo de proclamar a mensagem de salvação aos que não a conhecem até que o Senhor Jesus Cristo venha buscá-la. Se não fizer isso, perde a razão da sua existência. O Senhor Jesus chama todos os seres humanos a Si dizendo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos…” (Mt 11.28). Entretanto, depois de nos salvar, Ele diz: “Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16.15).
Evidentemente, nem todos os crentes foram chamados para pregar o Evangelho fora do seu país, em outras culturas. Mas todos os crentes, sem exceção, têm a obrigação de pregar o Evangelho e fazer missões, conforme estudamos nas lições anteriores. A missão é feita com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com o dinheiro dos que contribuem. Sendo assim, devemos participar da obra missionária, mesmo sem ir ao campo missionário, e anunciar Jesus aos que estão próximos a nós.
TÓPICOS DA LIÇÃO
No primeiro tópico, falaremos do alvo da obra missionária. Inicialmente falaremos do fundamento da realidade salvífica, tomando como base o texto de Apocalipse 5.9 que diz que o sacrifício de Cristo comprou para Deus, “homens de toda tribo, língua, povo e nação.” Na sequência falaremos do propósito global da obra missionária, com base no texto de Mateus 28.18-20, que trata da Grande Comissão de Jesus aos seus discípulos.
No segundo tópico, veremos que a responsabilidade de pregar o Evangelho é de todos os cristãos. Faremos uma reflexão, através de várias perguntas, sobre a nossa disposição de pregar o Evangelho a toda criatura. O comentarista alerta-nos de que haverá um duro juízo da parte de Deus para com aqueles que negligenciarem esta responsabilidade.
REFERÊNCIAS:
GABY, Wagner. Até os confins da terra: Pregando o Evangelho a todos os povos, até a volta de Cristo. RIO DE JANEIRO: CPAD, 1ª Ed. 2023, págs. 134-142.
Ensinador Cristão. CPAD, Ed. 95, pág. 42.
PETERS, George W. Teologia Bíblica de Missões. 1ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, p.306.
16 dezembro 2023
A Criação, a Queda e a Salvação
Em minha poesia vou contar
Como o Universo foi criado
Conforme a Bíblia vou narrar
Tudo o que está registrado.
No princípio Deus tudo fez
Os Céus e também a terra
Mas não fez tudo de uma vez
Em seis dias a criação encerra.
A terra era vazia e deformada
Formando grande escuridão
As águas eram movimentadas
O Espírito de Deus em ação.
No primeiro dia, Deus ordenou
Que a luz viesse à existência
Imediatamente a luz de formou
Mostrando a Sua Onipotência.
No segundo dia, Deus separou
A terra das águas dos mares
Assim, o segundo dia terminou
Com ordem na terra e nos ares.
No terceiro dia, Deus criou mais
Deu ordem à terra para produzir
Todas as espécies de vegetais
Árvores e ervas vieram a existir.
No quarto dia, Deus continuou
Criou todos os astros luminares
Toda a terra e o espaço iluminou
Sol, lua e demais astros estelares.
No quinto dia, as águas produziram
As aves, peixes e répteis marinhos
Cumprindo ordem de Deus surgiram
As águias, crocodilos e golfinhos.
No sexto dia, a criação se encerra
Tudo feito com absoluta perfeição
Deus criou os animais da terra
E o homem, a coroa da criação.
Após cada obra que era criada
Deus via que aquilo era excelente
A cada espécie a ordem foi dada
Para multiplicar a sua semente.
Deus criou também um lindo jardim
E nele colocou o homem e a mulher
Para viverem a felicidade sem fim
A única condição era obedecer.
O primeiro casal desobedeceu
Dando ouvidos à voz da serpente
Ignoraram a ordem que Deus deu
E deixaram de viver eternamente
Deus é justo e teve que expulsá-los
Mas prometeu enviar um Salvador
Da semente da mulher e salvá-los
Ferindo a cabeça do enganador
Quero finalizar louvando ao Criador
Por toda a sua belíssima criação
Também pela vinda do Salvador
Que nos trouxe a eterna Salvação.
Weliano Pires
JESUS, O VERBO DE DEUS
(Comentário do 2º tópico da Lição 01: O Verbo que se tornou carne) Ev. WELIANO PIRES No segundo tópico, falaremos de Jesus como o Verbo de D...
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O ministério começa com a chamada, depois vem a conversão e por último a preparação. Não se deve separar obreiros que não foram chamados, qu...
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"A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios; conserva-te a ti mesmo puro." (1 Timóteo 5.22) ...