quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Escola Bíblica Dominical - o antídoto contra as heresias

Na atualidade, as Igrejas Evangélicas, especialmente as neopentecostais e pentecostais, têm sido contaminadas pelo "triunfalismo" e pela chamada "teologia da prosperidade". Muitos vão às Igrejas hoje, não para servir a Deus e fazer a sua obra. O que se prega em muitas "igrejas" é que Deus está na igreja para nos servir; o que teríamos que fazer é simplesmente "determinar", "profetizar" ou até mesmo "exigir" que as coisas aconteçam, pois, segundo esses pregadores da prosperidade, "as nossas palavras têm poder".

Para proteger a Igreja desse ensino nocivo, precisamos trazer o povo de volta para a Escola Bíblica Dominical e ensinar-lhe a verdade bíblica. Vale lembrar que para que o povo venha à Escola dominical, o pastor deve ser o primeiro a vir, dando o exemplo.

Neste trimestre estaremos estudando sobre a Verdadeira Prosperidade. O comentarista é o escritor e pastor José Gonçalves, escritor e pastor auxiliar em Teresina, Piauí; graduado em Teologia pelo Seminário Batista de Teresina e em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí. Ensinou grego, hebraico e teologia sistemática na Faculdade Evangélica do Piauí. É comentarista de Lições Bíblicas de Jovens e Adultos da CPAD e autor dos livros: Por que Caem os Valentes (CPAD); As Ovelhas Também Gemem (CPAD); Defendendo o Verdadeiro Evangelho (CPAD); A Prosperidade à luz da Bíblia (CPAD); Rastros de Fogo – o que diferencia o pentecostes bíblico do neopentecostalismo atual (CPAD); co-autor do livro: Davi - vitórias e derrotas de um homem de Deus (CPAD) e Missões: o mundo pede socorro! (Ed. Halley). É presidente do Conselho de Doutrina da Convenção Estadual das Assembléias de Deus no Piauí e vice-presidente da Comissão de Apologética da CGADB.

Aprendemos no último domingo na nossa primeira lição do trimestre, “O surgimento da Teologia da Prosperidade”, quais as raízes da Teologia da Prosperidade, os seus principais ensinamentos e as principais conseqüências da Teologia da prosperidade.

Ao longo deste trimestre, estudaremos a verdadeira prosperidade em contraposição à Teologia da Prosperidade, também conhecida como Confissão Positiva, que se constitui em uma ameaça à igreja cristã. Veremos que o fundamento da chamada Teologia da Prosperidade é um equívoco, mas que isso não anula a prosperidade ensinada na Palavra de Deus.

LIÇÃO 2

No próximo domingo estudaremos sobre A PROSPERIDADE NO ANTIGO TESTAMENTO. Trataremos sobre os conceitos da prosperidade no antigo testamento, as fontes da prosperidade no antigo pacto e os princípios veterotestamentários, que dão base para a prosperidade.


Verdade prática – LIÇÃO 2

A prosperidade no Antigo Testamento está diretamente relacionada à obediência à Palavra de Deus e à dedicação ao trabalho.


TEXTO ÁUREO – LIÇÃO 2

“Vendo, pois, o seu senhor que o SENHOR estava com ele e que tudo o que ele fazia o SENHOR prosperava em sua mão” (Gn 39.3).

TÓPICOS DA LIÇÃO

I. RIQUEZA E POBREZA; DOENÇA E CURA NA ANTIGA ALIANÇA

1. Prosperidade e solidariedade.

2. Prosperidade e espiritualidade.

3. Prosperidade e bem-estar físico.



Na Antiga Aliança a prosperidade está intimamente relacionada com a solidariedade, espiritualidade e o bem-estar físico do homem.



II. A PROSPERIDADE COMO RESULTADO DO TRABALHO E DO FAVOR DE DEUS

O trabalho como propósito divino.

A bênção de Deus como favor divino.

No Antigo Testamento a prosperidade é conseqüência direta do trabalho relacionado ao favor de Deus. Logo, a preguiça é reprovável.

III. PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA A PROSPERIDADE

1. Retribuição.

2.Soberania divina.

A lei da retribuição, bem conhecida pelos judeus, e a soberania divina são os princípios bíblicos que regem a prosperi



CONCLUSÃO

A prosperidade no Antigo Testamento é resultado da bênção do Senhor sobre os empreendimentos do seu povo. Tal prosperidade não se fundamenta em méritos pessoais, mas é uma resposta à obediência que se constrói como resultado de um relacionamento correto com Deus. A prosperidade, portanto, não é meramente circunstancial, nem tampouco pode ser entendida apenas como uma lei de causa e efeito, mas deve levar em conta os atos soberanos do Senhor.

BOA AULA!

Em Cristo,

PB. Weliano
Colina do Oeste I- Osasco-SP

Informações do site Estudantes da Bíblia

http://estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2012/2012-01-02.htm

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